segunda-feira, 23 de novembro de 2020

AMAZÔNIA EM ALERTA.

   Dados do Conselho da Amazônia (comando do Gen. Hamilton Mourão)

          Podemos afirmar que o HONRADO, culto, poliglota,  maçon, e gaúcho de Porto Alegre, Antônio Hamilton Martins Mourão,  general da reserva, e atual 25º vice-presidente da República  ― é o CO-AUTOR desta nossa nova Postagem.   

Explicamos melhor:  o texto foi elaborado a partir dos dados do CONSELHO DA AMAZÔNIA,  órgão oficial criado em 21 de janeiro do corrente ano,  e que tem o comando do sempre BEM-HUMORADO general Hamilton Mourão.

Se assim informamos,  é para que os FANÁTICOS DE CARTEIRINHA do  mui ilustre e horado presidenteJair Messias Bolsonaro,  cognominado  mito”,  NÃO DELETEM A POSTAGEM,  e FAÇAM UM ESFORÇO para LÊ-LA ATÉ O FIM.

 NOTA IMPORTANTE de diagramação:   Para facilitar a Pesquisa,  diagramamos o texto com determinadas palavras ou senteças GRIFADAS EM AZUL.   Dessa forma, se os Leitores desejarem,  poderão ampliar seus interesses clicando nas partes às quais nos referimos.

Vamos ao que interessa:

A AMAZÔNIA teve 1.359 km² sob alerta de desmatamento em outubro, mostram dados do Inpe.

Imagem de satélite cedida à imprensa pelo Comando da Amazônia.  -- As partes em vermelho são as áreas de desmatamento captadas por lentes especiais dos satélites. 

As áreas são as maiores em cinco anos Existem centenas de áreas maiores que a da cidade de São Paulo;  O Cerrado teve 189 km² de área sob alerta.  O mês de Agosto último marcou o início da temporada de medições de desmatamento nos biomas brasileiros.

SATÉLITESEntenda como funcionam satélites que monitoram desmatamento na Amazônia.

O Sistema aponta áreas com marcas de devastação que precisam ser fiscalizadas pelo Ibama, e não as taxas oficiais de desmatamento (veja, logo abaixo,  os detalhes).

Área de desmatamento da Amazônia em agosto, por UF (em km²)

Fonte: Deter/Terra Brasilis/Inpe/MCTIC

Os municípios que mais desmataram foram:

 

1.    Porto Velho: 96,79 km²

2.    São Félix do Xingu (PA): 73,31 km²

3.    Altamira (PA): 72,69 km²

4.    Lábrea (AM): 57,99 km²

5.    Novo Progresso (PA): 40,94 km²

6.    Itaituba (PA): 40,53 km²

7.    Colniza (MT): 35,14 km²

8.    Pacajá (PA): 25,15 km²

9.    Cujubim (RO): 24,73 km²

10.  Portel (PA): 24,55 km²

AINDA SOBRE O DESMATAMENTO NA  AMAZÔNIA.

Amazônia (agora chamada "Amazônia Legal") teve,  segundo o Conselho da Amazônia, uma área de 1.359 km² sob alerta de desmatamento em outubro,  a segunda maior em cinco anos, mostram dados desta sexta-feira de outubro (30) do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia.  A área com alertas é cerca de 300 km² maior que a de Belém.  Já o CERRADO teve 189 km² de área sob alerta.

 Os alertas foram feitos pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), que produz sinais diários de alteração na cobertura florestal para áreas maiores que 3 hectares (0,03 km²), tanto para áreas totalmente desmatadas como para aquelas em processo de degradação florestal (exploração de madeira,  mineração,  queimadas e outras).

Imagem de um detalhe de uma das áreas devastadas da floresta amazônica. --  Imagem cedida à imprensa pelo Comando da Amazônia

Temporada
Agosto último marcou o início da temporada de medições de desmatamento nos biomas brasileiros
; as medições são feitas até julho do ano seguinte.  Desta forma, é possível detectar o acumulado de destruição da Amazônia levando em conta os ciclos de chuva e seca e de desmatamento e queimadas.


O monitoramento do oficial
Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (DETER),  para a temporada 2019-2020.  mostrou cerca de 35% de aumento na área em risco da Amazônia em relação ao ano anterior. (Inicialmente, os dados apontavam 9.205 km² de desmatamento;  depois, foram atualizados para 9.216 km²).

 

Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (DETER) & Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite(PRODES)

Imagem de uma área de devastamento cedida à Imprensa pelo Comando da Amzônia

Os alertas do DETER (Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real)  não representam,  entretanto, a taxa oficial de desmatamento considerada pelo governo – essa é medida por outro sistema do Inpe, o PRODES  (Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite), que trabalha com imagens de melhor resolução espacial.

A taxa oficial é divulgada uma vez por ano e também considera os números de agosto de um ano a julho do ano seguinte. Os dados de 2019-2020 ainda não foram divulgados, mas, no ano passado, a taxa oficial foi 42% maior do que apontavam os satélites do Deter. Os números do Prodes costumam ser, historicamente, maiores do que os do DETER.

DESMATADORES ILEGAIS 

Desmatadores ilegais em ação nas regiões amazônica e pantaneira.   Imagens cedidas à imprensa pelo Comando da Amazônia

Eles são centenas, milhares, centenas de milhares.  Agem à sombra da lei, sob a ajuda de milicianos armados, e de muitos políticos corruptos,  sob as asas da inépcia federal na pessoa do boçal capitão Messias.    A ferrenha ação dos novos comandados pelo General Hamilton Mourão à testa do Conselho da Amazônia, tem punido,  com vigor,  esses bandidos contratados por madereiras clandestinas.  


Ações enérgicas estão sendo conduzidas, coordenadas pelo Comando da Amazônia, objetivando o combate ao comércio de madeiras por madereiras ilegais.  -- Imagens cedidas à imprensa pelo Comando da Amazônia

"Os desmatadores ilegais podem ter diminuído um pouco o ritmo da derrubada das florestas, mas o que vemos é um ASUSTADOR  AUMENTO DAS QUEIMADAS, que é a outra face da mesma moeda do desmatamento.  Esses números são reflexos da política antiambiental do governo e de suas ações comprovadamente ineficazes em conter a destruição", diz uma nota do GREENPEACE (*).

 (*) Sobre o GREENPEACE,  leia ao final desta Postagem,  em DADOS INFORMATIVOS COMPLEMENTARES .

QUEIMADAS

Queimadas amazônicas -  Crédito da imagem:   Chico Batata  /  AFP

desmatamento e as queimadas estão relacionados.  O fogo é parte da estratégia de  "LIMPEZA" DO SOLO  que foi desmatado para posteriormente ser USADO na PECUÁRIA ou no PLANTIO.   É o chamado "CICLO DE DESMATAMENTO DA AMAZÔNIA".

A chamada " limpeza do solo"  - Imagem cedida à Imprensa pelo Comando da Amazônia   -  Crédito da imagem:  Ueslei Marcelino / REUTERS 

Em outubro, os incêndios na Amazônia superaram, mais uma vez, a média histórica: foram 29.307 registros de queimadas de 1º a 31.

Houveram 28% mais focos na floresta do que em outubro de 2019; no mesmo mês,  a floresta também teve um RECORDE DIÁRIO DE FOCOS DE CALOR:  foram mais de mil registros no dia 30.   Segundo o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe),  71% das queimadas em imóveis rurais na região ocorreram para manejo agropecuário.

 PANTANAL

 

Camponesa da região do Pantanal, em frente à sua modesta casa,  observa, impotente, uma das muitas queimadas pantaneiras.   -- Crédito da imagem:  Ueslei Marcelino  /  REUTERS

Gado sedento busca os poucos "brejos" formados pelas últimas e raras chuvas na região pantaneira  -  Crpedito da imagem:  Ueslei Marcelino  /  REUTERS 

Pantanal também registrou recorde nos incêndios: outubro foi o mês com mais focos desde o início das medições feitas pelo Inpe, em 1998.   Em outubro,  o bioma viu o segundo maior número de queimadas para o mês em sua história: 5.935 FOCOS DE CALOR detectados de 1º a 31 de outubro.



DADOS  INFORMATIVOS  COMPLEMENTARES:  

GREENPEACE é uma organização não governamental ambiental com sede em Amesterdão, nos Países Baixos, e com escritórios espalhados em mais de 55 países.[3]

Atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às áreas de florestasclima, oceanosengenharia genética, substâncias tóxicas, transgênicos, agrotóxicos e energia renovável. Sua atuação tem, como princípio básico, a ação direta pacífica. 

 

Fontes: Inpe  /  CONSELHO DA AMAZÔNIA / Ministério de Ciência e Tecnologia / Deter  /  ISTO É / Veja-Abril / ÉPOCA / The New york Times / Washington Post / O Estado de S. Paulo / Jornal de Brasília / Folha de S. Paulo / Futura Press / REUTERS /  TV Globo  /  Valor Econômico

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quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Incêndios no Pantanal interrompem ciclos reprodutivos de animais.

             Considerado como um dos últimos abrigos para diversas espécies de animas ameaçados de extinção, o Pantanal teve áreas de conservação reduzidas drasticamente.  Com os incêndios ocorridos praticamente todo o ano. 

Imagens de animais feridos ou mortos pelo fogo comoveram o mundo,  mas o impacto à fauna tende a se estender ainda por mais tempo,  mesmo com o fim das chamas.  A cadeia alimentar e o ciclo de reprodução de muitas espécies de animais foram drasticamente afetados.

Até o fim de outubro,  passou de 21 mil o número de focos de incêndio no Pantanal, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, órgão federal,  portanto isento de vieses político-ideológicos.  

Isso é mais do que o dobro do registro em todo o ano passado e também o maior valor de queimadas desde 1998.

Três exemplos de cadeias alimentares do Pantanal impactadas pelo fogo.

Cadeia alimentar é o nome que se dá ao conjunto de relações que existe entre as espécies de animais no que diz respeito à sua alimentação.

As três sequências de predação, a seguir exemplificam como funciona a tradicional cadeia alimentar no Pantanal.  Lembrando que na maior parte dos casos, um predador consome vários tipos diferentes de presa.

Os animais apresentados aqui são apenas alguns exemplos e não necessariamente as presas mais importantes.  As sequências também se interconectam formando redes complexas de interações.

 FOLHAS

Folha de pequi.

Tipica do Cerrado e do Pantanalsão o início de uma longa cadeia Elas fazem parte da dieta, por exemplo, das lagartas.

Lagarta.

É uma ordem de insetos que inclue as borboletas e mariposas as quais são alimentos de rãs.

.

É um tipo de anfíbio que faz parte da alimentação da jararaca.

Jararaca.

Espécie de réptil que é presa do gavião caboclo.

Gavião caboclo.

No topo dessa cadeia está essa espécie de ave típica do Pantanal, que acaba sendo afetada se as demais diminuírem.


MATAS

Guabiroba.

Outro início de cadeia se dá com a seiva das plantas.  Esse líquido nutritivo, que fica no interior do vegetal, é o alimento,  por exemplo,  do pulgão.

Pulgão.

Esse tipo inseto diminuto que se alimenta da seiva, faz parte da dieta alimentar dos besouros.

Besouro.

Esse inseto, que tem asas anteriores duras, por sua vez  é presa do calango verde.

Calango verde.

Espécie de lagarto abundante no Pantanal É o alimento das jaguatiricas.


Jaguatirica.

Felino carnívoro,  muito comum na cadeia alimentar Está no topo desta cadeia e pode sofrer uma redução drástica com o sumiço dos demais animais e plantas.


FRUTOS

Mangaba.

O fruto da mangabeira faz parte da dieta alimentar dos herbívoros,  como a anta.

Anta.

Conhecida como "jardineira da floresta",  a anta é uma espécie de mamífero que tem sua importância ecológica por ser dispersora de sementes das frutas.  Ela,  por sua vez,  é uma presa da onça pintada.

Onça pintada.

Um dos símbolos do Pantanal a onça pintada é também um predador do topo da cadeia alimentar..  Ela se alimenta preferencialmente dos herbívoros, como as antas, os catetos, os  veados. Todos afetados com a redução da vegetação.






BRASIL LANÇA 325 MIL TONELADAS DE PLÁSTICO NO MAR POR ANO. ― 80% do material não é recolhido e acaba contaminando o Pescado consumido no Paí...