― Dados do
Conselho da Amazônia (comando do Gen. Hamilton Mourão)
― Podemos afirmar que o HONRADO, culto,
poliglota, maçon, e gaúcho de Porto
Alegre, Antônio Hamilton Martins Mourão, general da reserva, e atual 25º vice-presidente
da República ― é o CO-AUTOR desta nossa
nova Postagem.
Explicamos melhor: o texto
foi elaborado a partir dos dados do CONSELHO DA AMAZÔNIA,
órgão oficial criado em 21
de janeiro do corrente ano, e que tem o comando do sempre BEM-HUMORADO general Hamilton Mourão.
Se assim informamos, é
para que os FANÁTICOS DE CARTEIRINHA do mui “ilustre” e “horado” “presidente” Jair Messias Bolsonaro, cognominado
“mito”, NÃO
DELETEM A POSTAGEM, e FAÇAM UM
ESFORÇO para LÊ-LA ATÉ O FIM.
Vamos
ao que interessa:
A AMAZÔNIA
teve 1.359 km² sob alerta de desmatamento em outubro, mostram dados do Inpe.
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| Imagem de satélite cedida à imprensa pelo Comando da Amazônia. -- As partes em vermelho são as áreas de desmatamento captadas por lentes especiais dos satélites. |
As áreas são as maiores em cinco anos. Existem centenas de áreas maiores que a da cidade de São Paulo; O Cerrado teve 189 km² de área sob alerta. O mês de Agosto último marcou o início da temporada de medições de desmatamento nos biomas brasileiros.
SATÉLITES: Entenda como funcionam satélites que
monitoram desmatamento na Amazônia.
O Sistema aponta áreas com marcas de devastação que precisam ser
fiscalizadas pelo Ibama, e não as taxas
oficiais de desmatamento (veja, logo abaixo, os detalhes).
Área de
desmatamento da Amazônia em agosto, por UF (em km²)
Fonte: Deter/Terra Brasilis/Inpe/MCTIC
Os municípios que mais desmataram foram:
1.
Porto Velho: 96,79 km²
2.
São Félix do Xingu (PA): 73,31 km²
3.
Altamira (PA): 72,69 km²
4.
Lábrea (AM): 57,99 km²
5.
Novo Progresso (PA): 40,94 km²
6.
Itaituba (PA): 40,53 km²
7.
Colniza (MT): 35,14 km²
8.
Pacajá (PA): 25,15 km²
9.
Cujubim (RO): 24,73 km²
10. Portel (PA): 24,55
km²
AINDA SOBRE O DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA.
A Amazônia (agora chamada "Amazônia Legal") teve, segundo o Conselho da Amazônia, uma área de 1.359 km² sob alerta de desmatamento em outubro, a segunda maior em cinco anos, mostram dados desta sexta-feira de outubro (30) do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia. A área com alertas é cerca de 300 km² maior que a de Belém. Já o CERRADO teve 189 km² de área sob alerta.
Os alertas foram feitos pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em
Tempo Real (Deter), que produz sinais diários de alteração na
cobertura florestal para áreas maiores que 3 hectares (0,03 km²), tanto para áreas totalmente desmatadas como para aquelas em processo de degradação florestal (exploração de madeira, mineração, queimadas e outras).
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| Imagem de um detalhe de uma das áreas devastadas da floresta amazônica. -- Imagem cedida à imprensa pelo Comando da Amazônia |
Agosto último marcou o início da temporada de medições de desmatamento nos biomas brasileiros; as medições são feitas até julho do ano seguinte. Desta forma, é possível detectar o acumulado de destruição da Amazônia levando em conta os ciclos de chuva e seca e de desmatamento e queimadas.
O
monitoramento do oficial Sistema de Detecção de Desmatamento em
Tempo Real (DETER),
para
a temporada 2019-2020. mostrou cerca
de 35% de aumento na área em risco da Amazônia em relação ao ano anterior.
(Inicialmente,
os dados apontavam 9.205 km² de desmatamento; depois, foram atualizados para 9.216 km²).
Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (DETER) & Projeto de
Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite(PRODES)
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| Imagem de uma área de devastamento cedida à Imprensa pelo Comando da Amzônia |
Os alertas do DETER (Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real) não representam, entretanto, a taxa oficial de desmatamento considerada pelo governo – essa é medida por outro sistema do Inpe, o PRODES (Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite), que trabalha com imagens de melhor resolução espacial.
A
taxa oficial é divulgada uma vez por ano e também considera os números de
agosto de um ano a julho do ano seguinte. Os dados de 2019-2020 ainda não foram
divulgados, mas, no ano passado, a taxa
oficial foi 42% maior
do que apontavam os satélites do Deter. Os números do Prodes costumam ser,
historicamente, maiores do que os do DETER.
DESMATADORES ILEGAIS
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| Desmatadores ilegais em ação nas regiões amazônica e pantaneira. Imagens cedidas à imprensa pelo Comando da Amazônia |
Eles são centenas, milhares, centenas de milhares. Agem à sombra da lei, sob a ajuda de milicianos armados, e de muitos políticos corruptos, sob as asas da inépcia federal na pessoa do boçal capitão Messias. A ferrenha ação dos novos comandados pelo General Hamilton Mourão à testa do Conselho da Amazônia, tem punido, com vigor, esses bandidos contratados por madereiras clandestinas.
"Os desmatadores ilegais podem ter diminuído um pouco o ritmo da
derrubada das florestas, mas o que vemos é um ASUSTADOR AUMENTO
DAS QUEIMADAS, que é a outra
face da mesma moeda do desmatamento. Esses
números são reflexos da política
antiambiental do governo e de suas ações comprovadamente ineficazes em conter a
destruição", diz uma nota do GREENPEACE
(*).
(*) Sobre o GREENPEACE, leia ao final desta Postagem, em DADOS INFORMATIVOS COMPLEMENTARES .
QUEIMADAS
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| Queimadas amazônicas - Crédito da imagem: Chico Batata / AFP |
O desmatamento e as queimadas estão relacionados. O fogo é parte da estratégia de "LIMPEZA" DO SOLO que foi desmatado para posteriormente ser USADO na PECUÁRIA ou no PLANTIO. É o chamado "CICLO DE DESMATAMENTO DA AMAZÔNIA".
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| A chamada " limpeza do solo" - Imagem cedida à Imprensa pelo Comando da Amazônia - Crédito da imagem: Ueslei Marcelino / REUTERS |
Em outubro, os incêndios na Amazônia superaram, mais uma vez, a média histórica: foram 29.307 registros de queimadas de 1º a 31.
Houveram 28% mais focos na floresta do que em outubro de 2019; no mesmo mês,
a floresta também teve um RECORDE DIÁRIO DE
FOCOS DE CALOR: foram mais
de mil registros no dia 30. Segundo
o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe),
71% das queimadas em imóveis rurais na região ocorreram para
manejo agropecuário.
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| Camponesa da região do Pantanal, em frente à sua modesta casa, observa, impotente, uma das muitas queimadas pantaneiras. -- Crédito da imagem: Ueslei Marcelino / REUTERS |
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| Gado sedento busca os poucos "brejos" formados pelas últimas e raras chuvas na região pantaneira - Crpedito da imagem: Ueslei Marcelino / REUTERS |
O Pantanal também registrou recorde
nos incêndios: outubro foi o mês com mais focos desde o início das
medições feitas pelo Inpe, em 1998. Em outubro, o bioma viu o segundo
maior número de queimadas para o mês em sua história: 5.935 FOCOS DE CALOR detectados de 1º a 31 de outubro.
DADOS INFORMATIVOS COMPLEMENTARES:
GREENPEACE é uma organização não governamental ambiental com sede em Amesterdão, nos Países Baixos, e com escritórios
espalhados em mais de 55 países.[3]
Atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às áreas de florestas, clima, oceanos, engenharia genética, substâncias tóxicas, transgênicos, agrotóxicos e energia renovável. Sua atuação tem, como princípio básico, a ação direta pacífica.
Fontes: Inpe / CONSELHO
DA AMAZÔNIA / Ministério de Ciência e Tecnologia
/ Deter / ISTO É / Veja-Abril / ÉPOCA / The New york
Times / Washington Post / O Estado de S. Paulo / Jornal de Brasília / Folha de
S. Paulo / Futura Press / REUTERS / TV
Globo /
Valor Econômico
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